A Reforma Agrária tem sido um slogan constante
dos governos brasileiros que se sucederam de 1960 a nossos
dias. Desde o paracomunista João Goulart até
os dias de hoje, a aplicação da Reforma
Agrária tem sido sempre publicitada, sempre reiniciada,
sempre fracassada.
Tem
chamado a atenção do público, neste
processo de Reforma Agrária, o fato de que ela
se apresenta direta e claramente impulsionada pela chamada
“esquerda Católica”. Trata-se daquela
parcela de católicos – Bispos, Padres ou
leigos – que resolveram dar de ombros para a milenar
doutrina da Igreja, e tomaram para si a bandeira do marxismo
sob o rótulo de “Teologia da Libertação”,
a mesma que foi condenada por João Paulo II na
reunião dos Bispos latino-americanos, em Puebla,
no ano de 1979.
Não
é novidade o fato de a “esquerda católica”
atuar a favor da Reforma Agrária socialista e confiscatória,
pois há muito ela o faz, sendo mesmo a principal
propulsora do agro-reformismo no País. Basta dizer
que o famigerado MST explodiu das entranhas da CPT (Comissão
Pastoral da Terra), e que a Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CNBB) tem sido a mais alta instância
episcopal a pregar constantemente a Reforma Agrária
socialista e confiscatória.
Com
o intuito de esclarecer a opinião pública
sobre a doutrina tradicional da Igreja a respeito do assunto,
transcrevemos abaixo alguns trechos de textos pontifícios.