“Trabalho escravo: nova arma contra a propriedade privada”

No silêncio dos meios de comunicação e no burburinho das votações do Congresso está para ser aprovada a Proposta de Emenda Constitucional 438/01 que prevê a expropriação, sem nenhuma indenização, da terra onde for constatada a prática do trabalho escravo.

Nelson Barretto acompanhou as votações, pesquisou, foi a Unaí (MG) entrevistar in loco os acusados de escravagismo e demonstrou que tal iniciativa, sob a escusa de trabalho escravo, visa a desfechar novo golpe contra a propriedade rural.

Barretto denuncia neste livro que o agronegócio foi escolhido como alvo pela esquerda brasileira e internacional – CPT, MST, certas ONGs, Fórum de Porto Alegre, setores influentes da Organização Internacional do Trabalho – como o obstáculo principal a ser derrubado para alcançar sua meta socialista.

E pergunta: Por que tanta insistência sobre o trabalho escravo? Por que vinculá-lo ao agronegócio? Por que a expropriação sem indenização? Não será temeridade colocar na Constituição o instrumento draconiano da expropriação para um crime indefinido e sujeito a generalizações?

O autor conclui que essa nova investida do agro-reformismo socialista e confiscatório atingirá em primeiro lugar os proprietários, com a cabal expropriação. Depois será a vez dos trabalhadores, com a queda dos empregos. E, por fim, atingirá a própria população, com a diminuição da oferta de alimentos e o conseqüente aumento de seus preços.

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